Testamos o Google Glass
É uma sensação bem futurística e interessante", segundo o repórter Cesar Schaeffer
Uma novidade digital vem mexendo com a imaginação de
muita gente: o Google Glass. Nós tivemos o privilégio de experimentar a
novidade. O gadget futurista que só deve chegar às lojas dos Estados
Unidos no final do ano. Quem nos cedeu a oportunidade foi o publicitário
Walter Longo, uma das pouquíssimas pessoas no Brasil a testar a versão
“Explorer” do Google Glass. Por enquanto, foram colocadas à venda apenas
duas mil unidades do dispositivo; para comprar uma delas era preciso se
registrar e ser escolhido pelo Google...
"O nosso o objetivo é entender a usabilidade dele e
passar a desenvolver aplicativos e interfaces que colaborem para que
tenhamos o mesmo número de celulares como uma coisa comum", opina Walter
Longo, presidente / New Energy.
O “Google Glass” projeta uma pequena tela logo acima
do campo de visão do usuário; ali, aplicativos podem mostrar mapas,
músicas, previsão do tempo, rotas e até fazer chamadas de vídeo, tirar
fotos e – ao mesmo tempo – compartilhar tudo através da internet. O
dispositivo pode ser controlado tanto pela haste sensível ao toque
quanto por comandos de voz.
O César, nosso repórter, foi quem teve a chance de experimentar o Google Glass.
“É uma sensação bem futurística e interessante. Ainda
que só funcione em inglês por enquanto, é muito fácil interagir com os
óculos. O reconhecimento de voz não falhou nenhuma vez; a haste sensível
ao toque também é muito precisa. Mas o que surpreendeu foi a qualidade
da telinha projetada; só usando mesmo para ter ideia. É até muito melhor
do que aparece no vídeo de divulgação que eles lançaram algum tempo
atrás”.
"Naquele momento eu falei: esse negócio é incômodo,
esquisito, mas vai fazer história. É uma sensação de que é algo que
ainda estranhamos, mas seguramente tem um futuro que vai impactar nossas
vidas", diz Walter Longo, presidente / New Energy.
O Google Glass tem conexão Wi-Fi, Bluetooth e pode
usar o smartphone como ponto de conexão à internet – inclusive através
da rede 3G. A lente de projeção não ocupa todo o campo de visão do
usuário, mas tanto nosso repórter quanto o publicitário concordam que
ainda é meio estranho ficar “olhando para o nada” enquanto conversa com
um óculos...
"A coisa mais estranha é que, quando estou com ele,
olho como se fosse um autista, com foco diferente da pessoa com quem
estou falando. O olhar perdido no horizonte dá a sensação de que não
estou prestando atenção em você, quando na verdade estou", explica
Walter Longo, presidente / New Energy.
Fonte: Olhar digital

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